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Ribeira de Loes causa estragos em 2000 hectares de área agrícola

Ribeira de Loes causa estragos em 2000 hectares de área agrícola

Condições climatéricas adversas causaram estragos nas hortas adjacentes à ribeira de Loes, numa extensão de mais de dois mil hectares, nos sucos de Guiço e de Vatuboro, no posto administrativo de Maubara, em Liquiçá.

A população de Loes sente-se prejudicada com esta ocorrência e solicita ao Governo que tome medidas de urgência, dado que a maioria dos habitantes da área danificada vive das atividades agrícolas.

Segundo o representante dos habitantes de Loes, Alexandrino de Jesus, esta ribeira é sempre alvo de  fortes inundações durante a época das chuvas, as quais atingem todos os anos diversas áreas da mesma.

“Representamos a população do posto de Maubara, dos sucos de Guguleur, Vatuboro e Guiço, e queremos pedir ao Governo, sobretudo ao ministério competente, para tomar atenção a esta situação e atuar com medidas de urgência, de modo a fazer a normalização da drenagem da ribeira de Loes, a fim de evitar estragos nas hortas e plantações do povo”, disse Alexandrino de Jesus aos jornalistas, na quinta-feira (10/01), em Loes.

Alexandrino afirmou que estas inundações causaram muitos estragos nas áreas adjacentes da ribeira de Loes.

“Mais tarde ou cedo, o rio vai alargar com um maior caudal, o qual poderá inundar as zonas de restauração, o Centro de Pesquisa e o Centro de Katupa de Loes, destruindo também as vias públicas, as instalações escolares, entre outras zonas. Por isso, pedimos ao Governo para construir urgentemente barreiras de proteção na zona para impedir que o volume as águas causem maior destruição”, sublinhou Alexandrino.

Também o Chefe do Suco de Vatuboro, Julito dos Santos, descreveu que a ribeira de Loes já tinha ameaçado a população com inundações desde 2002.

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“Prevemos que estas inundações irão aumentar de volume, por isso, peço ao Governo para tomar muita atenção a esta questão que é urgente de ser resolvida”, solicitou o Chefe do Suco.

O Diretor da Organização Não Governamental (ONG) Nova Esperança de Timor-Leste (NETIL), Paulino Francisco, também manifestou a mesma preocupação.

“Já tínhamos observado este problema, por isso, queremos uma solução para este problema que é recorrente. Pedimos ao Governo a sua atenção, pois, mais cedo ou mais tarde, esta ribeira vai causar ainda mais estragos nas hortas do povo”, pediu.

O Administrador do posto administrativo de Maubara, Domingos Correia, também se mostrou preocupado com esta questão e, na qualidade de autoridade local, considera este assunto uma prioridade a ser resolvida.

“O impasse politico de 2017 e a situação política de hoje impediram-nos de conseguirmos resolver o programa do ano anterior, mas espero que, em breve, o Presidente da República promulgue o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2019 e vamos considerar prioritária a situação da ribeira de Loes”, afirmou. Oly

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