GMN TV Economia AIFAESA contribuiu em janeiro com 6.300 dólares para cofres de Estado

AIFAESA contribuiu em janeiro com 6.300 dólares para cofres de Estado

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A Autoridade de Inspeção e Fiscalização da Atividade Económica, Sanitária e Alimentar, (AIFAESA) contribuiu, em janeiro, com 6.300 dólares para os cofres de Estado. As receitas foram arrecadadas no âmbito de ações de fiscalização efetuadas em várias lojas e restaurantes de Díli.

As informações foram reveladas ao Semanário, nesta segunda-feira (17/02), pelo Coordenador da AIFAESA, Abílio Sereno, no seu local de trabalho, no Matadouro.

Segundo o responsável, foram alvo de fiscalização 408 pequenas superfícies comerciais e restaurantes, 117 dos quais cometeram infrações.

“Durante as ações de fiscalização, foram detetadas várias infrações em 117 empresas. Como consequência, os infratores foram obrigados a pagar coimas às autoridades, contribuindo, deste modo, com 6.300 dólares para os cofres do Estado, no mês de janeiro”, avançou.

Abílio Sereno recordou ainda que a AIFAESA continua a não dispor de um laboratório para realizar testes aos produtos alimentares, em particular os enlatados com origem chinesa.

O coordenador referiu, por isso, que, apesar de a instituição manter uma cooperação com outras entidades para proceder aos testes, a atividade encontra-se atualmente parada, o que foi motivado pelo facto de o país viver em regime de duodécimos.

“O orçamento destinado à realização dos testes laboratoriais não foi aprovado, prejudicando, assim, as nossas atividades. A nossa equipa de fiscalização está a trabalhar não apenas de dia, mas também à noite. Não dispomos, no entanto, de qualquer laboratório para podermos efetuar as análises aos alimentos provenientes da China. Alertamos, por isso, a população e cooperamos também com a Organização Mundial da Saúde para ver a questão da falta de laboratório”, afirmou. Ina

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A Autoridade de Inspeção e Fiscalização da Atividade Económica, Sanitária e Alimentar, (AIFAESA) contribuiu, em janeiro, com 6.300 dólares para os cofres de Estado. As receitas foram arrecadadas no âmbito de ações de fiscalização efetuadas em várias lojas e restaurantes de Díli.

As informações foram reveladas ao Semanário, nesta segunda-feira (17/02), pelo Coordenador da AIFAESA, Abílio Sereno, no seu local de trabalho, no Matadouro.

Segundo o responsável, foram alvo de fiscalização 408 pequenas superfícies comerciais e restaurantes, 117 dos quais cometeram infrações.

“Durante as ações de fiscalização, foram detetadas várias infrações em 117 empresas. Como consequência, os infratores foram obrigados a pagar coimas às autoridades, contribuindo, deste modo, com 6.300 dólares para os cofres do Estado, no mês de janeiro”, avançou.

Abílio Sereno recordou ainda que a AIFAESA continua a não dispor de um laboratório para realizar testes aos produtos alimentares, em particular os enlatados com origem chinesa.

O coordenador referiu, por isso, que, apesar de a instituição manter uma cooperação com outras entidades para proceder aos testes, a atividade encontra-se atualmente parada, o que foi motivado pelo facto de o país viver em regime de duodécimos.

“O orçamento destinado à realização dos testes laboratoriais não foi aprovado, prejudicando, assim, as nossas atividades. A nossa equipa de fiscalização está a trabalhar não apenas de dia, mas também à noite. Não dispomos, no entanto, de qualquer laboratório para podermos efetuar as análises aos alimentos provenientes da China. Alertamos, por isso, a população e cooperamos também com a Organização Mundial da Saúde para ver a questão da falta de laboratório”, afirmou. Ina

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A Autoridade de Inspeção e Fiscalização da Atividade Económica, Sanitária e Alimentar, (AIFAESA) contribuiu, em janeiro, com 6.300 dólares para os cofres de Estado. As receitas foram arrecadadas no âmbito de ações de fiscalização efetuadas em várias lojas e restaurantes de Díli.

As informações foram reveladas ao Semanário, nesta segunda-feira (17/02), pelo Coordenador da AIFAESA, Abílio Sereno, no seu local de trabalho, no Matadouro.

Segundo o responsável, foram alvo de fiscalização 408 pequenas superfícies comerciais e restaurantes, 117 dos quais cometeram infrações.

“Durante as ações de fiscalização, foram detetadas várias infrações em 117 empresas. Como consequência, os infratores foram obrigados a pagar coimas às autoridades, contribuindo, deste modo, com 6.300 dólares para os cofres do Estado, no mês de janeiro”, avançou.

Abílio Sereno recordou ainda que a AIFAESA continua a não dispor de um laboratório para realizar testes aos produtos alimentares, em particular os enlatados com origem chinesa.

O coordenador referiu, por isso, que, apesar de a instituição manter uma cooperação com outras entidades para proceder aos testes, a atividade encontra-se atualmente parada, o que foi motivado pelo facto de o país viver em regime de duodécimos.

“O orçamento destinado à realização dos testes laboratoriais não foi aprovado, prejudicando, assim, as nossas atividades. A nossa equipa de fiscalização está a trabalhar não apenas de dia, mas também à noite. Não dispomos, no entanto, de qualquer laboratório para podermos efetuar as análises aos alimentos provenientes da China. Alertamos, por isso, a população e cooperamos também com a Organização Mundial da Saúde para ver a questão da falta de laboratório”, afirmou. Ina

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A Autoridade de Inspeção e Fiscalização da Atividade Económica, Sanitária e Alimentar, (AIFAESA) contribuiu, em janeiro, com 6.300 dólares para os cofres de Estado. As receitas foram arrecadadas no âmbito de ações de fiscalização efetuadas em várias lojas e restaurantes de Díli.

As informações foram reveladas ao Semanário, nesta segunda-feira (17/02), pelo Coordenador da AIFAESA, Abílio Sereno, no seu local de trabalho, no Matadouro.

Segundo o responsável, foram alvo de fiscalização 408 pequenas superfícies comerciais e restaurantes, 117 dos quais cometeram infrações.

“Durante as ações de fiscalização, foram detetadas várias infrações em 117 empresas. Como consequência, os infratores foram obrigados a pagar coimas às autoridades, contribuindo, deste modo, com 6.300 dólares para os cofres do Estado, no mês de janeiro”, avançou.

Abílio Sereno recordou ainda que a AIFAESA continua a não dispor de um laboratório para realizar testes aos produtos alimentares, em particular os enlatados com origem chinesa.

O coordenador referiu, por isso, que, apesar de a instituição manter uma cooperação com outras entidades para proceder aos testes, a atividade encontra-se atualmente parada, o que foi motivado pelo facto de o país viver em regime de duodécimos.

“O orçamento destinado à realização dos testes laboratoriais não foi aprovado, prejudicando, assim, as nossas atividades. A nossa equipa de fiscalização está a trabalhar não apenas de dia, mas também à noite. Não dispomos, no entanto, de qualquer laboratório para podermos efetuar as análises aos alimentos provenientes da China. Alertamos, por isso, a população e cooperamos também com a Organização Mundial da Saúde para ver a questão da falta de laboratório”, afirmou. Ina

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