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PGR: Criminalidade grave será mais “organizada e perigosa e desterritorializada”

PGR: Criminalidade grave será mais “organizada e perigosa e desterritorializada”

O Procurador-Geral da República (PGR), José Ximenes, alertou que Timor-Leste tem de se preparar para enfrentar desafios no setor da Justiça, nomeadamente a “grave criminalidade que será mais organizada, poderosa e desterritorializada”, dando como exemplos a corrupção, a lavagem de dinheiro, tráfico de droga e humano, contrabando ou falsificação de documentos.

“Esta criminalidade organiza-se para garantir os objetivos dos criminosos através de benefícios ilícitos, mas também para fugir à Justiça”, disse na sexta-feira (09-10), no seu discurso do 20.º aniversário do Ministério Público, no Ministério das Finanças, em Aitarak Laran, Díli.

José Ximenes afirmou que o Estado timorense é frágil e que, com a suas fragilidades institucionais, torna-se alvo de crime, situação que obriga o país a preparar-se para esta criminalidade.

“Se não nos organizarmos bem para resistir a esta criminalidade, o nosso futuro ficará comprometido. O crime infiltra-se no poder, rouba os recursos públicos e destrói as instituições públicas, levando a uma desigualdade social”, alertou.

O procurador recordou também que as soluções do passado já não são servem, sendo necessário reforçar o investimento com meios materiais e humanos, “o capital de esperança dos quadros do Ministério Público que representam a instituição e o país neste momento e no futuro”.

“A estrutura do Ministério Público não é suficiente para esta instituição cumprir bem a sua missão. Procuramos, por isso, há muitos anos, criar estruturas internas que permitam pôr fim à insuficiência no que toca à orgânica, como o Gabinete Central de Combate à Corrupção e Criminalidade Organizada, o Serviço Central de Contencioso do Estado e a Curadoria do Menor e da Família”, disse.

Com a comemoração do 20.º aniversário, o Ministério Público espera, em breve, ter a sua orgânica e a carreira reajustadas às novas dinâmicas e lei da organização judiciária.

“Esperamos que, em breve, possamos ter uma lei nossa da organização judiciária, segundo a nossas necessidades. No futuro, quando possuirmos uma lei de organização judiciária, o Presidente da República terá competências próprias para dirigir a abertura do ano judicial”, afirmou.

Segundo o Procurador-Geral, até 31 de julho, o Ministério Público tinha 2.800 processos pendentes a nível nacional. No ano passado, mais de 5 mil novos processos deram entrada e este ano mais de 2 mil. Oct

Lee hotu :   VIII Governu falta tinan rua, Horta: Haree povu nia moris la’ós lei kriminaliza difamasaun

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